Por que as mulheres bonitas namoram homens feios?


Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista Psychological Science  conduzido por pesquisadores da Williams College em Massachusetts (EUA).

Muitos homens feios tendem a superestimar o interesse que despertam nas mulheres. E isso não é ruim, pois estas percepções distorcidas são um importante mecanismo evolutivo para garantir o sucesso reprodutivo e consequentemente a sobrevivência da espécie.

Os homens que não se intimidam por sua aparência física pouco avantajada, mesmo quando confrontados com o risco de rejeição, tem mais sucesso com as mulheres e podem passar essa “distorção” em seus genes aos seus herdeiros.

No processo de conquista um homem pode cometer dois erros: O de acho que uma mulher está interessada nele, quando ela não esta, ou quando ela realmente está interessada, mas ele perde a oportunidade, ou seja, deixa passar uma oportunidade de “acasalar”, essa questão tem um preço elevado em termos de sucesso reprodutivo, diz Carin Perilloux, pesquisador que liderou a pesquisa.

No estudo, os homens que se achavam mais atraentes do que realmente eram também perceberam um maior interesse das mulheres em si mesmo, o que não era necessariamente verdade. Já os homens realmente considerados atraentes pelo sexo oposto não apresentaram o mesmo excesso de auto-confiança.

Quanto mais atraente for a mulher, maior será a probabilidade dos homens feios superestimarem o interesse que ela possa mostrar por eles. Por outro lado, a mulher tende a subestimar o interesse dos homens por si própria.

Os pesquisadores estudaram o comportamento de 96 homens e 103 mulheres, os participantes classificaram seus parceiros potenciais em uma escala de beleza e revelaram o grau de interesse que tinham em manter relações sexuais com eles.

As mulheres devem ser o mais claro possível com relação as suas intenções, ou sobre a ausência delas e os homens devem estar cientes de que sua percepção pode estar errada, mas isso não deve impedir a paquera, mas servir de advertência para evitar os “foras”, diz o Dr. Perilloux.

😉 Quem não arrisca…

[via Muy Interesante]
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