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Ao longo da história tivemos diversos relatos de viagens no tempo, porém a maioria delas se provaram não ser nada além de ser fakes ou lendas urbanas como o famoso caso Andrews Carlssin, entretanto temos algumas ocorrências cercadas de perguntas e mistérios que permanecem inexplicáveis até hoje, das quais muitos acreditam serem verdadeiras viagens temporais.

O fato é que segundo Einstein e a teoria da Relatividade, a viajem no tempo em tese seria possível e você acredita em viajantes no tempo?

Viagem no tempo número 1

Robert Victor
Sir Robert Victor Goddard

No ano de 1935 o experimente piloto de guerra Robert Victor foi enviado para inspecionar um campo de aviação abandonado em Edimburgo, Escócia, o local estava bastante degradado, com gado pastando pela área e rachaduras na pista de pouso.
Ele resolveu ir embora, mas no caminho surgiu uma grande tempestade que obrigou o piloto retornar a base abandonada, porém, para sua surpresa o lugar estava  completamente diferente.

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Quando ele se aproximou da pista, a chuva forte mudou abruptamente para sol brilhante, ao olhar para baixo notou que a base militar havia sido completamente reformada e como em um passe de mágica estava funcionando normalmente. Haviam mecânicos de macacão azul trabalhando e quatro aviões amarelos estacionados na pista. Um deles era um modelo que apesar de toda a sua experiência na aviação, Robert nunca havia visto antes.

Subitamente o piloto foi pego mais uma vez pela tempestade e depois de vencê-la deu sequência a sua missão, relatando toda história estranha em seu relatório de serviço que permanece arquivado até hoje.

A história começar a ficar ainda mais estranha justamente com o que aconteceu tempos depois. A base abandonada acabou sendo reformada em 1939. Os aviões da Força Aérea que até então eram todos na cor prata alumínio em 1935, começaram a ser pintados de amarela, na mesma época a força aérea mudou a cor do macacão de mecânicos para azul e o modelo desconhecido de aeronave descrito por Robert foi lançado apenas dois anos após a inexplicável experiência temporal, em 1937.

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Viagem no tempo número 2

A próxima história de uma possível viagem no tempo foi contada pelo Dr. Raul Rios Centeno, um investigador de eventos inexplicáveis de Lima, Peru.

O doutor conta que conheceu uma paciente com hemiplegia, um caso muito estranho, já que após um exame de CAT (tomografia axial computadorizada), foi verificado que não haviam áreas com vasos rompidos ou quaisquer lesões traumáticas na jovem.

A mulher contou ao Dr. Centano que estava em um acampamento nos arredores da antiga floresta de pedra de Markawasi e que durante a noite resolveu sair com os amigos para explorar o parque rochoso, foi quando começaram a ouvira uma música e notaram uma cabine pequena de pedra iluminada por tochas:  “eu era capaz de ver as pessoas dançando dentro, mas ao se aproximar, senti uma súbita sensação de frio que eu dei pouca atenção, e eu enfiei a cabeça por uma porta aberta. Foi então que eu vi os ocupantes vestidos com roupas do século XVII. Tentei entrar, mas uma das minhas amigas me puxou para fora”. Contou a paciente.

Markawasi Peru

Depois da experiência a mulher ficou com metade do corpo paralisada e a provável causa por trás da hemiplegia permaneceu desconhecida. Nenhum teste médico foi capaz de determinar os seus motivos.
Muitos peruanos afirmam ter tido experiências semelhantes em Markawasi, fato que deu a localidade fama de abrigar a existência de um portal tempo dimensional.

A questão sem resposta é, obviamente, o que teria acontecido se o corpo da moça tivesse entrado completamente na cabine de pedra? será que ela teria viajado no tempo para o passado ou uma outra dimensão?

Viagem no tempo número 3

Em maio de 1972, quatro jovens americanas estavam voltando para a Universidade Southern Utah após terem passando o sábado em um rodeio numa cidade vizinha eram elas Janna North, Carol Abbott, Lisa Rochefort e Bethany Gordon.

Gadianton Canyon

Ao atravessar a estrada estadual Utah-Nevada por volta das 22h, eles encontraram uma bifurcação recém-pavimentada na pista, onde seguiram pela esquerda a bordo de um Chevrolet Nova (1971) pelo Gadianton Canyon.

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De repente, o asfalto preto virou cimento branco. Acreditando que tinham simplesmente tomado o rumo errado, as meninas voltaram para onde vieram, mas, para sua surpresa, o canyon gradualmente deu lugar a um campo aberto, em vez do deserto iluminado pela lua, viram campos de cereais à direita e grandes pinheiros à esquerda.

Eles decidiram parar em uma espécie de bar futurístico à beira da estrada para pedir orientações, mas rapidamente mudaram de ideia depois que uma das meninas começou a gritar ao ver quatro veículos em forma de ovos montados sobre o que pareciam rodas de triciclo e luzes brilhantes pilotados por seres que não pareciam humanos.

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Esses veículos estranhos começaram a acelerar atrás das garotas que fugiram desesperadas, foi quando o cimento branco voltava ao asfalto preto e o cenário voltava ao velho deserto familiar.

Depois de perder o controle de seu carro e furar três pneus, as garotas esperaram até o dia amanhecer para poder caminhar em direção à estrada 56 onde encontraram um policial que deu socorro a elas.

Vários pontos dessa aparente viagem temporal nunca tiveram explicação, como por exemplo os rastros de pneus do carro: as únicas trilhas deixadas por ele terminaram abruptamente a apenas 200 metros no deserto, o que deixa o mistério de como as meninas terminaram mais de 3 quilômetros ao norte da rodovia sem nenhuma evidência física de sua passagem pelo local?

O carro estava sem uma das calotas, sua placa e o para-choque traseiro também jamais foram localizados.

Viagem no tempo número 4

No dia 20 de outubro de 1969 por volta das 13h dois sócios viajavam pela estrada 167 em direção à cidade de americana de Lafayette, a pista estava praticamente sem tráfego até que avistaram um pouco à frente o que parecia ser um carro antigo do tipo turtle-back viajando bem devagar.

A medida que iam se aproximando da relíquia, eles admiravam o carro que apesar de ser um modelo em tese com décadas de idade, parecia que tinha acabado de sair da loja, os dois homens decidiram então fazer a ultrapassagem e diminuíram a velocidade para apreciar melhor a beleza do veículo.

foi então que observaram uma placa laranja bem grande com o ano “1940” claramente impresso. Isso era muito incomum e provavelmente ilegal, a menos que fossem tomadas providências para que o carro antigo fosse usado apenas em exposições.

Os dois sócios perceberam que o motorista era uma mulher vestindo um estilo autêntico anos 40, um chapéu com uma longa pena colorida, além de um casaco de pele, havia também uma criança pequena no assento ao lado dela vestindo roupas semelhantes.

Eles notaram que a expressão da mulher rapidamente se transformou em medo e pânico quando ela viu os dois homens no carro ao lado dela. Já sem entender nada, o carona perguntou se a mulher precisava de ajuda, ela então respondeu que sim e ele fez um gesto para que parasse o carro.

Ao estacionar um pouco mais a frente no acostamento da estrada os dois homens então que passaram a ficar totalmente assustados ao perceber que o carro havia simplesmente desaparecido.

Nesse momento um terceiro motorista parou, indagando sobre o que havia acontecido com carro antigo pelo qual ele também estava admirado, dado ao seu incrível estado de conservação.

Depois de discutir o que cada um tinha visto de sua perspectiva e percorrer a área por mais de uma hora a procura da mulher e da criança, os três homens decidiram seguir seus destinos sem fazer um registro policial do suposto desaparecimento, pois temiam que suas sanidades mentais fossem questionadas.

Esta história foi publicado originalmente na coluna High Strangeness de Ken Meaux na Strange Magazine 2 em 1988. Segundo o autor, os jornais de 1940 relatavam o desaparecimento de uma mãe e sua filha que estavam juntas em um carro num dia frio de outubro daquele ano.

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