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O Ministério Publico nas ultimas semanas começou uma caça as empresas que de alguma forma são classificadas como Pirâmide Financeira, os casos mais conhecidos são o da TelexFree e da BBOM que tiveram seus bens bloqueados pela Justiça de Acre e Goiás respectivamente, ficando assim impossibilitadas de efetuar novos pagamentos para seus associados.

Com a repercussão do caso o Ministério Publico de outros estados também passaram a investigar as ações destas empresas, ao totó procuradores e promotores do Ministério Publico estão movendo ações contra empresas nos estados de Goiás, Espírito Santo, Acre, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco.

Empresas Investigadas por esquema de Pirâmide

Pirâmide Financeira é crime, classificado como crime financeiro, e acredite esse esquema é mais antigo do que muitos imaginam, o Golpe consiste no recrutamento de novos associados que são a base da pirâmide, responsáveis por recrutar novos associados para que estes sejam sua base, desta forma o topo da pirâmide sempre irá ganhar valores melhores mediante pagamento de mensalidade, pagamento de taxa de adesão ou até mesmo comercialização de produtos ou serviços inexistentes ou de origem duvidosa.

A investigação do Ministério Publico Federal está de olho nas operações de empresas como a Priples, MultiClick, Nnex, Cidiz e Monavie além é claro da Telexfree e da BBOM, estes últimos tiveram mais destaque após a justiça determinar o bloqueio de contas da emprese lesando os associados e impedindo pagamentos aos mesmos.

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A Telexfree foi a primeira a ter seus bens e contas bloqueadas.

Essa ação do Ministério Publico visa resguardar os associados enquanto a investigação se desenrola, assim a Telexfree e a BBOM estão impedidas de realizar novos pagamentos e o dinheiro da empresa é bloqueado para que em caso de comprovação de fraude o investidor seja menos lesado.

BBOM E Telexfree se defendem

Com as contas bloqueadas a BBOM pode ser impedida de pagar seus associados.

Diretores de ambas as empresas se defendem alegando que a formula de negócios da empresa não é caracterizada como pirâmide e sim como Marketing Multinível (MMN), pois se trata da venda de produtos, no caso o Voip comercializado pela Telexfree, que de acordo com a justiça pode ser adquirido gratuitamente através de grandes empresas como a Microsoft com o Skype e os Rastreadores da BBOM que segundo a Juíza responsável pelo caso em Goiás não possuem homologação da Anatel para comercialização do mesmo.

E você acredita que estas empresas estão praticando um crime financeiro (Pirâmide)? Ou acha que o negócio da BBOM e da Telexfree é legal? Dê sua opinião através dos comentários abaixo.

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