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O livro de aço dos heróis do Brasil

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves

Ser considerado um herói da Pátria deve ser com certeza o maior título que alguém pode levar mesmo que seja somente em seu túmulo, no entanto, é preciso garantir que seu nome não será esquecido.

No Brasil, a maneira mais memorável que encontramos para gravar o nome de nossos heróis, foi escrever os seus nomes em um grande livro de aço, o “Livro dos heróis e das heroínas da Pátria”.

O livro dos heróis e das heroínas da Pátria já tem dez das muitas páginas de aço preenchidas com quarenta e um nomes que jamais devemos esquecer, guardado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

1 – Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes

2 – Zumbi dos Palmares, líder quilombola

3 – Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente do Brasil

4 – Dom Pedro I, imperador

5 – Duque de Caxias, comandante da Guerra do Paraguai

6 – José Plácido de Castro, líder da Revolução Acreana

7 – Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha do Brasil

8 – Almirante Francisco Manoel Barroso da Silva, herói da Batalha do Riachuelo

9 – Alberto Santos Dumont, Pai da Aviação

10 – José Bonifácio de Andrada, Patrono da Independência

11 – Chico Mendes, ambientalista

12 – Joaquim da Silva Rabelo, o Frei Caneca, um dos líderes da Revolução Pernambucana de 1817

13 – Marechal Osório, herói da Guerra do Paraguai

14 – Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, herói da Revolução Federalista

15 – Brigadeiro Antônio Sampaio, herói da Guerra do Paraguai

16 – Sepé Tiaraju, líder indígena nas Guerras Guaraníticas

17 – Anna Nery, enfermeira que atuou na Guerra do Paraguai

18 – Hipólito José da Costa, Patrono da Imprensa, fundou o primeiro jornal brasileiro

19 – Padre José de Anchieta, jesuíta que iniciou a catequização dos índios brasileiros

20 – Getúlio Vargas, presidente do Brasil

21 – João de Deus do Nascimento, 22 – Lucas Dantas de Amorim Torres, 23 – Manuel Faustino Santos Lira e 24 – Luís Gonzaga das Virgens e Veiga, heróis da Revolta dos Búzios (ou Conjuração Baiana)

25 – Mário Martins de Almeida, 26 – Euclydes Bueno Miragaia, 27 – Dráusio Marcondes de Souza, e28 – Antônio Américo de Camargo Andrade, heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932

29 – Heitor Villa-Lobos, maestro e compositor

30- Júlio César Ribeiro de Souza, pioneiro da dirigibilidade aérea

31 – Domingos Martins, herói da Revolução Pernambucana de 1817

32 – Barão do Rio Branco, diplomata

33 – Padre Roberto Landell de Moura, pioneiro da rádio-transmissão

34 – Anita Garibaldi, heroína da Guerra dos Farrapos.

35 – Francisco Barreto de Menezes líder da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.

36 – João Fernandes Vieira líder da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.

37 – André Vidal de Negreiros líder da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.

38 – Henrique Dias líder da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.

39 – Antônio Filipe Camarão líder da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.

40 – Antônio Dias Cardoso, líder da Insurreição Pernambucana de 1624-1654.

41 – Bárbara Pereira de Alencar, heroína da Revolução Pernambucana de 1817.

Além dos quarenta e um nomes que citamos anteriormente, também são homenageados os Soldados da Borracha, que não tiveram os seus nomes publicados talvez por serem muitos ou desconhecidos.

Estes homens não eram realmente soldados, na verdade, eram seringueiros recrutados para trabalhar na coleta de látex durante a Segunda Guerra Mundial, com a ajuda deles, foi possível aumentar a produção de equipamento bélico para ajudar no combate ao nazismo.

Publicado por Ivanilton Quinto

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