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Até a próxima década os robôs usados nas missões espaciais norte americanas deveram ser alimentado por energia gerada a partir de bactérias.

“O objetivo e conseguir uma fonte de energia eficiente e confiável, que possa servir de alimentação para pequenos veículos robóticas em lugares onde não haja a possibilidade de intervenção humana”, são as palavras  do professor Gregory Scott do Naval Research Laboratory (EUA).

O cientista está trabalhando no desenvolvimento baterias que forneçam energia gerada pelo ciclo reprodutivo de bactérias, a espécie usada no projeto é o sulfurreducens Geobacter, que não necessitam de oxigênio para a sobreviver.  Este modelo energético seria o ideal para ser empregado em missões de longa duração, a tecnologia deve ser aproveitada em pequenos exploradores robóticos autônomos que necessitam de uma fonte de energia pequena para o suas operações.

O primeiro protótipo funcional é um robô que pesa em torno de 1 Kg e deve estar pronto  dentro dos próximos dez anos.

A exploração robótica de regiões remotas, incluindo a de planetas distantes, é muitas vezes limitada pela necessidade de energia, mesmo para as tarefas mais simples e o uso da energia biológica pode vir a ser uma alternativa bem mais eficiente que a usada atualmente.

[via nrl.navy.mil ]

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